"Meus amigos,
É possível que as palavras dêem a dimensão exata -
se é que existe exatidão - da emoção que nós sentimos quando ouvimos
música? É possível que esta ou este, aquela ou aquele, possam compôr
discursos a fim de imitar, com palavras, o turbilhão de emoções - a
lembrança de coisas boas e ruins, o choro, a morte e a vida - que a
música nos proporciona?
Uns podem dizer que sim, outros que
não...que importa? Minha opinião é de que a arte responde a qualquer
questionamento, com ou sem palavras. A arte é tão poderosa que intercede
e responde por tantas vidas. Eis aqui um documento de palavras, de um
homem que sempre se comunicou com música, e que, com esta ou aquelas,
conseguiu o poder para destruir as barreiras do passado, as barreiras da
morte, para nos transmitir a arte da vida, o amor por uma pátria."
terça-feira, 22 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Morrer te Amando
No silêncio eu escuto o som das tuas lágrimas
No escuro eu vejo teus olhos úmidos
No dia sinto a noite que me corroe por dentro
Entre sorrisos e olhares:
Vejo os nosso apagados.
Sinto a dor no peito, dum adeus não dito
A dúvida irrespondível
Um medo psicótico
Criado ao amor sem sentido
Lembro de quando viajávamos a lua
Num beijo de solidão
Que apagávamos as estrelas
Brilhando em nossos olhos
Poesias traduzidas em olhares
Melodias sentidas nos suspiros melancólicos
Viamos na alegria, a nostalgia da ilusão
Duma hipótese, que jamais se realizaria
E viveria a vida por trás de máscaras
Amando a fantasia do amor...
Amor que fantasiado preferiria que ficasse
Para nunca mais acordar
E a paixão sentir sonhando...
Para poder sorrindo morrer
E sorrindo morrer, te amando.
Daniel Martins
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Sem Sentido
Eu vejo longe
Um céu apagado.
Eu vejo da vida um cinzero
E da existência as cinzas
Num nada de fumaças.
São lembranças fúteis
Tragadas por uma mente inútil
Que pensa, haje, mas não sente.
O que sente não passa de dor
De solidão em fim
De lágrimas monótonas
De um beijo, com gosto amargo.
Não vejo mais o dia que nasce
Só vejo um nada dentro de nada.
Uma vida sem sentido,
Algumas palavras apagadas,
Um coração partido.
Daniel Martins
Um céu apagado.
Eu vejo da vida um cinzero
E da existência as cinzas
Num nada de fumaças.
São lembranças fúteis
Tragadas por uma mente inútil
Que pensa, haje, mas não sente.
O que sente não passa de dor
De solidão em fim
De lágrimas monótonas
De um beijo, com gosto amargo.
Não vejo mais o dia que nasce
Só vejo um nada dentro de nada.
Uma vida sem sentido,
Algumas palavras apagadas,
Um coração partido.
Daniel Martins
domingo, 1 de abril de 2012
Crise Artística - Encerramento temporário das atividades
Pois é. Devido às insônias, e aos meus pensamentos turbulentos, em questão da minha vida artística - tanto na literatura quanto na música - que no momento, psicológicamente e filosóficamente, está passando por uma séria crise. As atividades do blog "Alone", serão por certo tempo suspensas. Sem data determinada para voltar. Mas aos meus poucos e importantíssimos leitores, avisarei em minhas redes sociais o retorno do blog, se o mesmo acontecer.
Mas receio eu, que tudo isto, deveras não passe de uma crise adolescente.
Se houver alguma dúvida: daniel.mott6@gmail.com
Um forte abraço...
Nos vemos nos versos da vida.
Mas receio eu, que tudo isto, deveras não passe de uma crise adolescente.
Se houver alguma dúvida: daniel.mott6@gmail.com
Um forte abraço...
Nos vemos nos versos da vida.
Daniel Martins, 01/04/2012
sábado, 24 de março de 2012
Triste Distância

Estar do teu lado
E não pode te beijar
Sem poder te querer
Muito menos te amar
Sufocado, preso
Dentro do meu peito
Meu coração desesperado
Por ti amando
Espedaçado por te ver
Tão distante ao meu lado
Quando triste partir
E pelo acaso tudo abandonar
Lembre-se de um poeta
Que vai estar sempre olhando as estrelas
A te esperar.
Quando partir...
Lembre-se de um lunático apaixonado
Que sempre ao fechar os olhos
Com tuas lembranças
Irá sorrir...
Daniel Martins
E não pode te beijar
Sem poder te querer
Muito menos te amar
Sufocado, preso
Dentro do meu peito
Meu coração desesperado
Por ti amando
Espedaçado por te ver
Tão distante ao meu lado
Quando triste partir
E pelo acaso tudo abandonar
Lembre-se de um poeta
Que vai estar sempre olhando as estrelas
A te esperar.
Quando partir...
Lembre-se de um lunático apaixonado
Que sempre ao fechar os olhos
Com tuas lembranças
Irá sorrir...
Daniel Martins
segunda-feira, 19 de março de 2012
Agonia
Melancolicamente
Estou vivendo esta tarde nublada
De uma mórbida agonia
Causada pela dor, por chorar
Pela indecisão
De um desgraçado coração
Que não sabe amar
Uma flor repousada no meu peito
Pesa mais que a morte aos meus olhos
Num aroma suave...
Sobrando no mundo
Numa solidão que me aguenta,
Sentindo seus sentimentos
Choro sem saber, nem conseguir mentir
A dor de um coração
Que não sabe sentir...
Daniel Martins
Estou vivendo esta tarde nublada
De uma mórbida agonia
Causada pela dor, por chorar
Pela indecisão
De um desgraçado coração
Que não sabe amar
Uma flor repousada no meu peito
Pesa mais que a morte aos meus olhos
Num aroma suave...
Sobrando no mundo
Numa solidão que me aguenta,
Sentindo seus sentimentos
Choro sem saber, nem conseguir mentir
A dor de um coração
Que não sabe sentir...
Daniel Martins
sábado, 17 de março de 2012
Aves da Noite - pintura de Edward Hooper (1882 - 1967)

O termo "Aves da noite", é usado figurativamente para descrever alguém que fica acordado até tarde, e é um nome compartilhado com a família real de pássaros chamados (naturalmente) Falcões.
Hopper começou a pintá-la imediatamente após o ataque Pearl Harbor, Domingo, 7 de Dezembro de 1941. Após o evento, houve um sentimento generalizado de tristeza por todo o país, um sentimento que é retratado na pintura. A rua está vazia fora da lanchonete, e no interior nenhuma das três pessoas no balcão estão aparentemente olhando ou conversando com os outros, todos estão perdidos em seus próprios pensamentos. Dois são um casal, enquanto o terceiro é um homem sentado sozinho, de costas para o espectador. o trabalhador do restaurante, olhando para cima de seu trabalho, parece estar olhando para fora da janela, para trás dos clientes.
Este retrato da vida urbana moderna, como o vazio ou a solidão é um tema comum em todo o trabalho de Hopper.
A obra teve influência na Literatura, no Cinema, na Música, Televisão, etc.
Hopper começou a pintá-la imediatamente após o ataque Pearl Harbor, Domingo, 7 de Dezembro de 1941. Após o evento, houve um sentimento generalizado de tristeza por todo o país, um sentimento que é retratado na pintura. A rua está vazia fora da lanchonete, e no interior nenhuma das três pessoas no balcão estão aparentemente olhando ou conversando com os outros, todos estão perdidos em seus próprios pensamentos. Dois são um casal, enquanto o terceiro é um homem sentado sozinho, de costas para o espectador. o trabalhador do restaurante, olhando para cima de seu trabalho, parece estar olhando para fora da janela, para trás dos clientes.
Este retrato da vida urbana moderna, como o vazio ou a solidão é um tema comum em todo o trabalho de Hopper.
A obra teve influência na Literatura, no Cinema, na Música, Televisão, etc.
Fonte Wikipédia
Adaptado por mim.
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